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Acusado de atacar Porta dos Fundos impõe condição para voltar ao Brasil

O economista Eduardo Fauzi, de 41 anos, acusado pela Polícia Civil do Rio de ser um dos responsáveis pelo ataque à produtora do grupo humorístico Porta dos Fundos, só deve voltar ao Brasil se a Justiça revogar a ordem de prisão temporária por 30 dias que vigora contra ele desde 31 de dezembro. A afirmação foi feita nesta quarta-feira, 15, por três advogados que defendem Fauzi. Ele está na Rússia desde 29 de dezembro, quando sua prisão ainda não havia sido decretada – e tem passagem comprada para retornar ao Brasil em 30 de janeiro. O atentado com coquetéis molotov ocorreu no Humaitá (zona sul), na madrugada de 24 de dezembro. Um habeas corpus em favor do economista foi ajuizado no Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) e distribuído, segundo os advogados, ao desembargador Jose Muiños Piñeiro Filho, da 6ª Câmara Criminal, mas ainda não há previsão de julgamento.

Justiça interdita todas as instalações olímpicas do Rio

A Justiça Federal determinou a interdição de todas as instalações olímpicas do Rio de Janeiro, em até 48 horas, por falta de documentos do Corpo de Bombeiros e da Prefeitura do Rio que atestem condições adequadas de segurança nesses locais. A decisão foi emitida pelo juiz Eugênio Rosa de Araújo, da 17ª Vara Federal do Rio, a pedido do Ministério Público Federal (MPF). Deve vigorar até que sejam fornecidos o laudo de vistoria do Corpo de Bombeiros e o “habite-se” da prefeitura. Para o MPF, os equipamentos usados na Olimpíada de 2016 estão em “estado de abandono” e não podem ser usados sem “as licenças que atestam os requisitos de segurança dos locais”. Além do Parque Olímpico da Barra, a medida abrange as instalações de Deodoro, também na zona oeste, e todas as demais construídas para a Olimpíada.

Mega-Sena acumula pela 4ª vez seguida

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2224 da Mega-Sena, realizado na noite desta quarta-feira, em São Paulo. O prêmio, que seria de R$ 14 milhões, acumulou pelo quarto sorteio consecutivo. Agora, milhões de pessoas concorrem a R$ 27 milhões. O próximo concurso acontecerá no sábado, dia 18. Segundo a Caixa Econômica Federal, 28 apostas acertaram a quina e levarão R$ 78.328,49 cada uma. Já a quadra teve 2.283 apostas ganhadoras, que receberão R$ 1.372,37 cada uma. A arrecadação total foi de mais de R$ 38 milhões.

Universidade vê riscos em água distribuída à população no RJ

A despeito das explicações apresentadas pela Companhia Estadual de Aguas e Esgotos (Cedae) sobre a qualidade da água potável, especialistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) afirmam que há riscos à saúde da população no produto fornecido pela empresa. “Há uma evidente degradação ambiental dos mananciais que são utilizados para o abastecimento público da região metropolitana do Rio”, afirmaram em comunicado conjunto, divulgado pela Reitoria da universidade.  A nota técnica foi elaborada por especialistas em ecologia, recursos hídricos, saneamento e saúde pública a pedido da reitoria da universidade para prestar esclarecimentos à população face aos problemas de odor, sabor e aspecto da água que chega às torneiras. Para os especialistas, se os recursos hídricos não forem recuperados, os problemas podem se tornar recorrentes. Por conta do problema, muita gente vem optando pelo consumo de água mineral, que já está em falta em vários mercados.

Delator cita propina de R$ 20 milhões a funcionários do BC

O ex-funcionário da mesa de câmbio do Banco Paulista Paulo Cesar Haenel Pereira Barreto delatou R$ 20 milhões em propinas para funcionários do Banco Central, com o objetivo de agilizar trâmite de importação de dinheiro em espécie de bancos paraguaios, entre 2008 e 2015. O acordo de delação foi firmado com as forças-tarefa da Operação Lava Jato em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba. O Banco Paulista foi alvo da 61ª fase das investigações, deflagrada em maio de 2019, sob suspeita de lavar dinheiro do departamento de propinas da Odebrecht. Segundo as investigações, entre 2009 e 2015, R$ 52 milhões foram lavados por meio da celebração de contratos falsos com o banco. Em junho de 2019, Barreto foi um dos três denunciados pela Operação Lava Jato pela suposta lavagem à Odebrecht. Segundo a denúncia, a cifra teria sido lavada por meio de 434 transferências bancárias a sete empresas de fachada de operadores do departamento de propinas da empreiteira.

Fonte:   terra.com

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