Jovem que tentou tomar moto e agrediu amarelinhos não tem CNH, mas tem ficha na Polícia

 

O proprietário da moto Honda preta que protagonizou uma confusão que parou o trânsito da Avenida 13 de Junho, no Centro da Capital, identificado pelas iniciais M.H., não tem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e ainda tem passagens na polícia por receptação e uso de simulacro de arma para cometer crimes.

A informação foi confirmada pela Polícia Judiciária Civil na tarde desta quinta-feira (15) ao .

Na confusão, M.H. subiu em cima do caminhão guincho para tentar recuperar sua moto que estava sendo apreendida por estar estacionada em local proibido. Em seguida, ele começou a quebrá-la.

Na ação, um dos funcionários do guincho, da empresa Rodando Legal, tenta impedir, mas acaba agredido com socos e pontapés.

Segundo a Polícia Civil, o proprietário da motocicleta envolvida na ocorrência com servidores da Secretaria de Trânsito e Mobilidade de Cuiabá, foi identificado e interrogado na Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran).

Conforme o delegado Christian Cabral, ele será investigado, em princípio, pela prática de lesão corporal e resistência qualificada. Já os outros envolvidos H.F.O.J. e A.L.A.M. também prestam esclarecimentos na Delegacia. A.L.A.M. foi acusado de incitar populares a agredirem os “amarelinhos”.  Veja aqui

O caso

Os funcionários da empresa Rodando Legal e agentes de trânsito faziam a apreensão de uma moto quando foram agredidos.

Em vídeos divulgados por internautas, o dono da motocicleta sobe em cima do caminhão guincho e tenta recuperar sua moto, em seguida, começa a quebrá-la. A população toma conta da avenida para ver o ‘show’.

Em determinado momento, o rapaz tenta jogar a moto de cima do guincho. Um dos funcionários do guincho tenta impedir, mas acaba agredido com socos e pontapés.

Em nota, a secretaria havia informado que os agentes e a empresa de guincho agiram dentro da legalidade conforme suas funções. A Pasta também declarou que registraria boletins de ocorrência junto à Polícia Militar (PM) sobre as agressões sofridas pelos servidores.

Fonte:   reportermt.com

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