Milho começa a quinta-feira subindo na B3 e em Chicago

Valorizações do dólar e do petróleo influenciam os mercados

A quinta-feira (28) começa com os preços futuros do milho subindo na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,11% e 0,53% por volta das 09h14 (horário de Brasília).

O vencimento julho/20 era cotado à R$ 45,02 com alta de 0,51%, o setembro/20 valia R$ 43,73 com valorização de 0,53%, o novembro/20 era negociado por R$ 46,25 com estabilidade, e o janeiro/21 tinha valor de R$ 47,05 com ganho de 0,11%.

As cotações do milho no Brasil abrem o dia ainda seguindo as movimentações cambiais. Por volta das 09h18 (horário de Brasília), o dólar era cotado à R$ 5,30 com elevação de 0,68% ante ao real.

Mercado Externo

Já a Bolsa de Chicago (CBOT) opera próxima da estabilidade, mas também no lado positivo dos contratos. As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,25 e 1,25 pontos por volta das 08h55 (horário de Brasília).

O vencimento julho/20 era cotado à US$ 3,21 com valorização de 1,25 pontos, o setembro/20 valia US$ 3,25 com elevação de 0,50 pontos, o dezembro/20 era negociado por US$ 3,34 com ganho de 0,25 pontos e o março/21 tinha valor de US$ 3,46 com alta de 0,25 pontos.

Segundo informações do site internacional Successful Farming, os preços do petróleo estão subindo e provavelmente continuarão a fazê-lo até o final de 2020. Além disso, a demanda da China também deve melhorar.

“O país aparentemente está planejando um aumento substancial em suas reservas governamentais de milho e provavelmente vinculará isso ao cumprimento de suas obrigações sob o contrato da Fase 1 com os EUA, que prevê o aumento de compras de produtos agrícolas dos EUA”, disse Michaela Helbing-Kuhl, analista do Commerzbank.

Por outro lado, a publicação destaca que o milho estará abundantemente disponível na campanha de 2020/21, o que provavelmente manterá os preços por algum tempo.

“A produção global está prevista em 1,19 bilhão de toneladas no próximo ano, ante 1,11 bilhão no ano anterior, informou o USDA em seu relatório mensal de Estimativas da Demanda e Oferta Agrícola Mundial no início deste mês. Isso elevará os estoques para 339,6 milhões de toneladas, de 314,7 milhões, segundo o USDA”, aponta o analista Tony Dreibus.

Notícias Agrícolas

Add Comentários