MT: Ministério da Justiça envia Força Nacional para combater incêndios em MT

 

O Ministério da Justiça autorizou o envio da Força Nacional de Segurança Pública para ajudar no combate aos incêndios em Mato Grosso, Estado que abriga parte do Pantanal. De acordo com a pasta, 43 bombeiros vão atuar na região por 30 dias, prazo que pode ser prorrogado.

O decreto, assinado pelo ministro André Mendonça, foi publicado nesta 4ª feira (23.set.2020) no DOU (Diário Oficial da União). Eis a íntegra (62 KB).

Além do efetivo, a Força Nacional prestará apoio logístico, com 10 viaturas, 2 micro-ônibus e 1 helicóptero.

Com o objetivo de reforçar o combate aos incêndios na região, o Ministério também está em contato com as secretarias de Segurança Pública do Distrito Federal e do Paraná, que poderão disponibilizar mais militares para o Estado. Neste sentido, o apoio do Ministério será com o custeio de diárias dos profissionais”, disse a pasta em comunicado.

‘CENÁRIO DEVASTADOR E DESOLADOR’

Congressistas que integram a comissão temporária externa do Senado criada para acompanhar as ações de enfrentamento aos incêndios no Pantanal realizaram no último sábado (19.set.2020) uma visita a Mato Grosso.

O grupo percorreu 40 quilômetros da região afetada pelas queimadas. Os congressistas se reuniram com representantes de proprietários de fazendas e pousadas, de organizações não governamentais (ONGs) e cientistas.

O senador Wellington Fagundes (PL-MT), presidente da comissão, classificou como “devastador e desolador” o cenário visto pelo grupo frente à destruição da fauna e da flora pantaneira. “Hoje a situação do Pantanal é 1 estado de guerra. Brigadistas e voluntários estão trabalhando de forma sobre-humana por causa da falta de planejamento. Não nos calçamos através da ciência e da tecnologia para isso”, disse.

Os congressistas defenderam o Estatuto do Pantanal. “É uma legislação federal, específica para o bioma Pantanal, que possa nortear as legislações estaduais e municipais, tanto de Mato Grosso como de Mato Grosso do Sul para que com essa união possa produzir algo para que o Pantanal tenha seu desenvolvimento sustentável, para que a gente não tenha desequilíbrio, como está acontecendo hoje”, explicou Fagundes.

Fonte:     msn.com

Add Comentários