O projeto de extensão da Ferrovia Senador Viente Vuolo, de Rondonópolis (212 km ao Sul) a Cuiabá e até Cáceres (225 km a Oeste) nasceu na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
A informação é do economista Vicente Vuolo, que herdou do pai a luta pela consolidação do transporte ferroviário em Mato Grosso.
“É preciso humildade para reconhecer que o projeto da extensão da ferrovia nasceu na UFMT”, disse ele.
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Vuolo explicou que uma comissão composta por 23 professores concluiu o estudo preliminar do EVTEA (Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental) da Ferrovia Senador Vuolo, com foco no trecho Cuiabá-Cáceres.
“O estudo revela total viabilidade. Inclusive, para o transporte de passageiros, como acontece no Paraná, entre Curitiba e a cidade de Morretes“, explicou.
Naquele estado, a concessionária Rumo opera cargas e a Vivax/Express, que trabalha com passageiros na sexta, no sábado e no domingo. No mesmo trilho.
“Não pretendemos politizar a questão porque a ferrovia em Mato Grosso é um projeto de país. É uma causa“, disse Vicente Vuolo.
Ele ainda observou que o projeto viabilizará um novo corredor ferroviário, tendo como destinos a Bolívia e o Oceano Pacífico.
O economista informou que o vice-governador Otaviano Piveta (Republicanos) articula, por meio da Sema-MT, os primeiros 45 km da Ferrovia Senador Vuolo, entre Juscimeira e Cuiabá.
A obra deve ser autorizada até o fim de fevereiro.
Como a coluna revelou, nesta terça-feira (13), o senador Wellington Fagundes (PL), pré-candidato do bolsonarismo ao Governo de MT, anunciou como inteiramente sua a campanha em defesa da extensão dos trilhos dessa ferrovia.
Fonte: www.diariodecuiaba.com.br