Deputado diz que partido não depende de alianças externas e confirma Natasha como nome para disputar o Palácio Paiaguás
O deputado estadual Wilson Santos (PSD) afirmou, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, que o Partido Social Democrático terá candidatura própria tanto à Presidência da República quanto ao governo do Estado, independentemente de articulações nacionais ou especulações locais. Segundo ele, as definições do partido em Mato Grosso estão consolidadas e não serão alteradas por movimentações de lideranças de outros estados.
Ao comentar a filiação do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, ao PSD, Wilson Santos avaliou o movimento como estratégico e alinhado a um projeto nacional da sigla, mas ressaltou que a chegada do goiano não interfere nas decisões partidárias no estado. Para o parlamentar, a adesão fortalece o partido, sem modificar o rumo já traçado em Mato Grosso.
“O PSD vai apresentar mais do que um nome. Vai apresentar um projeto de país. Não será Bolsonaro, nem Lula, nem familiares de ambos. Teremos candidatura própria, com lideranças bem avaliadas nacionalmente”, afirmou, ao citar também os governadores Ratinho Júnior, do Paraná, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, como quadros competitivos dentro da legenda.
Wilson Santos destacou ainda a estrutura nacional do PSD, ressaltando o peso político do partido, que concentra o maior número de prefeitos no país, além de 17 senadores e quase 50 deputados federais. Para ele, a filiação de Caiado amplia a base eleitoral e fortalece a presença da sigla no cenário nacional, mas não altera o planejamento estadual.
No plano local, o deputado foi categórico ao afirmar que o PSD já tem nome definido para disputar o governo de Mato Grosso. Segundo ele, a candidata será Natasha, empresária, médica e professora universitária, cujo nome será oficializado durante a convenção partidária.
“Ela é sangue novo na política, uma mulher bem-sucedida no setor empresarial, professora de universidade pública e representa um projeto moderno para Mato Grosso. O PSD vai ao segundo turno com a candidatura da Natasha”, declarou.
Questionado sobre rumores de uma possível aproximação do senador Jayme Campos com o PSD, Wilson Santos minimizou as especulações e evitou atribuir relevância política ao tema. Para ele, a adoção do segundo turno nas eleições estaduais amplia o espaço para candidaturas próprias e fortalece o debate eleitoral.
“Pela primeira vez Mato Grosso terá dois turnos. Isso permite que cada partido apresente seu candidato. O PSD não depende de adesões externas para ser competitivo e estará no segundo turno”, concluiu.
Fonte: www.copopular.com.br