MT: ‘TEM A LÍNGUA MAIOR QUE A BOCA’: Jayme afirma que Abílio é ‘leviano’ e ‘não tem equilíbrio’

MT:  ‘TEM A LÍNGUA MAIOR QUE A BOCA’:   Jayme afirma que Abílio é ‘leviano’ e ‘não tem equilíbrio’
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Senador critica o prefeito de Cuiabá por não ter “respeito constitucional” à vice, que se filiou ao MDB

O senador Jayme Campos critica a gestão do prefeito Abílio Brunini (detalhe) na Prefeitura de Cuiabá

O senador Jayme Campos (União) não poupou críticas a Abílio Brunini (PL), diante das recentes declarações do prefeito de Cuiabá contra o MDB e a filiação da vice-prefeita Vânia Rosa à legenda.

Ela estava filiada ao Novo, pelo qual disputou as eleições, em 2024.

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Para o congressista, o gestor municipal tem ultrapassado limites ao tratar do assunto, de forma pública e reiterada.

Jayme disse que a postura adotada por Abilio compromete o respeito institucional e o próprio ambiente democrático, ao transformar divergências políticas em ataques que, segundo ele, “carecem de cautela e equilíbrio”.

“Com todo o respeito, mas a língua dele é maior do que a boca. Isso está sendo muito prejudicial, porque ele faz, às vezes de forma até leviana, ponderações que não são ideais no campo democrático, do respeito”, afirmou o senador.

Na última segunda-feira (2), data em que a vice-prefeita oficializou a sua filiação ao MDB, o prefeito evitou comentar sobre a atitude de Vânia, mas disparou a metralhadora contra o partido escolhido por ela.

Segundo ele, trata-se de uma sigla com a qual não possui qualquer afinidade política.

Afirmou que o MDB não o representa, nem reflete o projeto de país que defende, além de integrar a base de apoio do presidente Lula (PT).

Abilio também vinculou o partido ao ex-prefeito Emanuel Pinheiro (PSD), destacando que o filho do ex-gestor Emanuel Neto, o “Emanuelzinho”, exerce mandato de deputado federal pela legenda.

Além do embate político, Jayme Campos revelou que a relação pessoal com o prefeito é marcada por dificuldades.

Segundo o senador, apesar de tentar manter uma postura respeitosa, o diálogo com Abilio é “complicado” e não favorece a construção de uma convivência institucional harmoniosa.

O senador também trouxe à tona a questão dos recursos destinados à capital mato-grossese.

Ele afirmou já ter articulado e encaminhado cerca de R$ 9 milhões para Cuiabá, sem qualquer retorno ou reconhecimento formal por parte do prefeito.

De acordo com Jayme, os valores contribuíram para aliviar problemas enfrentados pela cidade, ainda que não tenham sido acompanhados de gestos institucionais de agradecimento.

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