FRAUDES BILIONÁRIAS: Deputada critica decisão do STF que desobriga banqueiro Vorcaro a depor na CPMI do INSS

FRAUDES BILIONÁRIAS:  Deputada critica decisão do STF que desobriga banqueiro Vorcaro a depor na CPMI do INSS
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A deputada federal por Mato Grosso Coronel Fernanda (PL) criticou a decisão de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) que desobrigou o banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, de comparecer à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que apura descontos indevidos em benefícios do INSS.

A parlamentar afirmou que a comissão não pode aceitar que o empresário permaneça em silêncio diante das investigações e fez uma comparação com o financista norte-americano Jeffrey Epstein, acusado de comandar uma rede de tráfico e abuso sexual de menores nos Estados Unidos.

“Não podemos permitir que este homem deixe de falar a esta comissão. Há indícios de crimes que vão além das acusações de lesar aposentados e pensionistas”, declarou.

“Nos Estados Unidos houve um Jeffrey que abusou de crianças e adolescentes para obter influência no meio político. Estamos vendo aqui alguém semelhante, promovendo prostituição, festas e orgias em troca de favores políticos. Não podemos permitir que isso aconteça”, completou.

Na mesma decisão, o ministro do STF proibiu que Vorcaro, que cumpre prisão domiciliar, se deslocasse à CPMI em jatinho particular, mas colocou à disposição a estrutura da Polícia Federal para viabilizar eventual comparecimento. A defesa do banqueiro, contudo, não aceitou a alternativa apresentada.

Diante do impasse, Coronel Fernanda sugeriu que, caso o empresário não possa ir a Brasília, os integrantes da CPMI se desloquem até São Paulo para realizar o depoimento.

“Podemos ir a São Paulo. Se Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé. Se a comissão não pode trazer o ‘Jeffrey brasileiro’, que é o Vorcaro, iremos até ele para buscar a verdade”, afirmou.

O caso é investigado como um suposto esquema de fraudes bilionárias contra o sistema financeiro envolvendo o Banco Master e seus executivos. O caso tramita no STF. A relatoria, que estava com o ministro Dias Toffoli, foi transferida em 12 de fevereiro para o ministro André Mendonça.

Fonte:    www.copopular.com.br


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