Governo brasileiro inicia monitoramento do mercado de combustíveis

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Ministro Alexandre Silveira diz que atua na fiscalização de reajustes
Daniella Longuinho Rádio Nacional crédito: José Cruz

Diante dos impactos da guerra no Oriente Médio sobre o mercado de petróleo, o governo brasileiro criou uma sala de monitoramento para acompanhar as condições do mercado nacional e internacional de combustíveis.

Nesta terça-feira, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que tem atuado para fiscalizar os reajustes considerados abusivos.

Na saída da Câmara dos Deputados, onde participou de audiência na Comissão de Minas e Energia, Silveira disse ainda que não há risco de desabastecimento de combustíveis no Brasil.

O ministro de Minas e Energia lembrou ainda que o país é exportador de petróleo bruto e importa parte dos derivados consumidos internamente. Segundo ele, o Brasil compra de outros países de 27% a 29% do diesel que consome e entre 13% e 15% da gasolina.

No cenário internacional, nesta quarta-feira, a coalizão de 32 países que  forma a Agência Internacional de Energia decidiu, por unanimidade, liberar 400 milhões de barris das reservas de emergência de petróleo para tentar estabilizar o preço dos combustíveis.

Apesar do anúncio, o valor do barril de petróleo Brent operava em alta de 4% ao longo do dia, cerca de 30% acima do preço antes da guerra.

Os valores vêm disparando no mercado internacional por causa do fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã, em retaliação às agressões dos Estados Unidos e de Israel contra o país persa.

A via navegável é crucial para o transporte de petróleo e gás natural produzidos no Oriente Médio.

*Com informações da Agência Brasil 


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