Presente na festa que celebrou os 35 anos da Conspiração Filmes e celebrou o cinema nacional, Bruna Marquezine voltou a afastar que tenha intenção de deixar de atuar no Brasil por uma carreira no exterior. Dona de uma mansão nos EUA e cotada para a segunda parte de “Avenida Brasil 2”, prevista para 2027, a atriz longe das novelas desde julho de 2018 indicou que dificilmente estará na sequência da história de João Emanuel Carneiro.
“Já fiz 14 novelas (a primeira, “Mulheres Apaixonadas”, 2003), mas sou muito grata a todo mundo que caminhou comigo. Hoje não tenho vontade de voltar, mas tem um valor que acessa o país todo, toda a população assiste e tenho vontade de fazer arte para todo mundo”, afirmou ao gshow dias antes do filme “Velhos Bandidos” entrar em cartaz (no próximo dia 26). No longa, Bruna contracena com Fernanda Montenegro, Ary Fontoura e Lázaro Ramos entre outros.
“Não divido minha carreia entre nacional e internacional. Vou trabalhar para quem eu tiver que trabalhar. E se tivesse que abrir mão do Brasil para trabalhar fora, não cogitaria”, completou a namorada de Shawn Mendes no evento no qual usou um smoking e se encontrou com famosas como Sabrina Sato e Sophie Charlotte.
Antes de embarcar para os EUA prestigiar a indicação de Wagner Moura ao Oscar de Melhor Ator – ele acabaria desbancado por Michael B. Jordan, para revolta de parte do público brasileiro -, Bruna destacou a ajuda que ganhou do baiano em sua vida. “Me ajudou em um momento muito difícil da minha carreira, quando eu estava fazendo muitos testes lá fora e comecei a questionar se eu realmente tinha vocação para ser atriz”, afirmou.
“É um privilégio enorme receber conselhos do seu ídolo e ver que ele passa pelas mesmas coisas que você. Ele me disse que eu podia chorar, que eu podia ficar triste, mas que eu já era grande demais para duvidar de mim dessa forma”, acrescentou.