URGENTE!: Morre, aos 91 anos, Juca de Oliveira, ícone do teatro e da TV, após uma semana de internação

URGENTE!:  Morre, aos 91 anos, Juca de Oliveira, ícone do teatro e da TV, após uma semana de internação
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Um gigante das artes cênicas nos deixou. Juca de Oliveira, mestre de gerações no teatro e na TV, encerra sua trajetória após uma carreira repleta de personagens inesquecíveis. Descubra os momentos marcantes e o legado de um artista que tocou a alma do público brasileiro

Juca de Oliveira morreu aos 91 anos, nesta madrugada de sábado (21), em decorrência de pneumonia e problemas cardiológicos, no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Na última segunda-feira (16), já internado havia três dias, o dramaturgo fez aniversário e seu estado de saúde já era considerado delicado.

Paulista de São Roque, interior do estado, Juca trabalhou em diversas emissoras, como Band, SBT – onde estrelou em 1994 “As Pupilas do Sr. Reitor” – e Globo – onde foi o dr. Albieri de “O Clone” (2001) e o professor Praxedes de “Fera Ferida” (1993, tendo sido dirigido por Dennis Carvalho, morto no fim de fevereiro). Bem antes desses papéis, em 1969, protagonizou na TV Tupi a clássica “Nino, o Italianinho”.

O último trabalho de Juca de Oliveira na TV foi em 2017 como o dr. Natanael de “O Outro Lado do Paraíso”. O artista deixa viúva – Maria Luisa de Faro Santos – e uma única filha, Isabella, a quem homenageou com peça de teatro

Há 58 anos, Juca de Oliveira e pai tiveram último e emocionante encontro em hospital após relação bem conturbada: ‘Era rude, metia a porrada’
Morte de Juca de Oliveira: ator foi sapateiro antes da fama

Antes de abraçar a carreira artística, que o acompanhou por 60 anos, Juca de Oliveira trabalhou com o pai no cuidado com burros, foi sapateiro, marceneiro e em farmácias chegou a aplicar injeções. Antes dos 20 anos, o ator e autor já havia se mudado para a capital paulista. Ao realizar vários testes vocacionais, uma psicóloga lhe orientou a fazer Teatro ou Direito paralelamente à natação, atividade que fora deixada de lado.

Ao longo dos anos, Juca de Oliveira escreveu inúmeras peças teatrais que conquistariam o público (entre elas, ‘Baixa-sociedade”, “Motel Paradiso” e “Meno Male”), se filiou ao Partido Comunista Brasileiro, exilou-se na Bolívia durante o Regime Militar, integrou o Teatro de Arena, foi presidente do Sindicato dos Artistas e Técnicos de São Paulo, teve conturbada relação com o pai, contrário à sua decisão de ser ator, e homenageou a filha, Isabela, com o clássico dos palcos “Qualquer Gato Vira-lata Tem uma Vida Sexual Mais Sadia que a Nossa”.

Proprietário de uma fazenda no interior de São Paulo, para onde se mudara no começo dos anos 2000, criava no local de capivaras a cavalos, passando por veados.

Fonte:   www.purepeople.com.br

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