O movimento começou nos países mais ricos, com influenciadores como Andrew Tate. Agora, a machosfera se globalizou, com influenciadores espalhados por África e América Latina que atraem um grande público — e ganham muito dinheiro.
O discurso desses criadores de conteúdo passa pelo empoderamento masculino e por ataques às mulheres e ao feminismo.
Nessa investigação da BBC, a repórter Jacqui Wakefield explora a crescente indústria da machosfera no Quênia e no México, onde os algoritmos das redes sociais alimentam uma crescente divisão de gênero.
Ela se encontrou com os influenciadores, os fãs mais fiéis e algumas das mulheres que estão pagando o preço por esse fenômeno global.
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